top of page

Posts do fórum

Eduardo Tavares
25 de out. de 2017
In Wicca
┏─══─━══─⊱✠⊰─══━─══─┓ Por que na wicca, o branco é a cor da morte? ┗─══─━══─⊱✠⊰─══━─══─┛ Porque o branco é a cor da neve e a neve é associada com a vida latente do inverno. É uma metáfora super forte porque a gente tem a sensação de que tudo morre no Inverno quando na verdade existe vida, mas de uma outra forma. Isso faz a gente pensar no significado da morte. Será a morte realmente uma não-vida? Então voce vai amar saber que o branco da morte também representa a não-vida contida no sêmen. E que as cores de Yule, o branco e o vermelho, sao a nao-vida da Deusa (sangue menstrual) e do Deus (semen) representando o potencial para gerar vida. Afinal quem não menstrua nao engravida. O simbolismo da Wicca é lindo. Tradição Caminhos das Sombras
Por que na wicca, o branco é a cor da morte? content media
8
0
160
Eduardo Tavares
25 de out. de 2017
In Wicca
┏─━─━─━∞◆∞━─━─━─┓ A autoiniciação, o praticante solitário, o ecletismo e o autodidata ┗─━─━─━∞◆∞━─━─━─┛ Só em 1973 é que nasceria dentro da tradição Gadneriana, nos Estados Unidos, uma nova tradição conhecida como Seax-Wica que levantou uma reforma estrutural no ‘Witch-Cult’, porém preservando os critérios de Gardner. Fundada por Raymond Buckland (3º grau e iniciado em presença de Gardner através de Monique Wilson, sua herdeira), ele realizou uma reforma que consistia em permitir que qualquer pessoa simpatizava com a tradição, poderia incorporar por ortopráxis através de uma Dedicação Solitária ou Autoiniciação, assim como também por Iniciação em Coven; outra mudança foi o nome do ‘Livro das Sombras’ que foi reformulado e renomeado para ‘A Árvore’; eliminou os votos de segredo e o sistema de progressão de graus hierárquicos, só existindo um único status: o de iniciado ou Gesith. Em 1986, foi publicado ‘Buckland’s Complete book of Witchcraft’ conhecido como o ‘Gran Libro Azul/Big Blue Book’ no qual permitia a qualquer pessoa explorar ‘A Arte’ através de uma série de lições básicas mostrando como deveria ser a instrução dentro de uma Tradição semelhante a Gardneriana ou a Seax-Wica. Deste modo, no final das lições sugeridas, no apêndice do livro se apresenta uma lista de Covens e tradições que se podiam solicitar entrada, sabendo o que podiam esperar de cada uma. Em 1988, Scott Cunningham inspirado na obra de Buckland publicaria ‘Wicca: A guide for the solitary practitioner’, respondendo a uma necessidade de muitas pessoas que desejavam trabalhar uma prática de bruxaria, porém por sua própria conta e risco, sem depender de grupos, horários ou compromissos. Consequência dos anos 80 e a chegada da geração X, onde as pessoas apresentavam uma gama diferente de necessidades muito mais individualistas. E foi assim que Scott, que havia sido iniciado na Stregheria por Raven Grimassi e iniciado na Bruxaria Xamânica Americana na comunidade ‘Serpentstone Family’ por Lord Serphant e Lady Rhiannon, resumiria sua experiência e escreveria um livro que permitia as pessoas de se tornarem praticantes solitários. Pessoas que desejavam trabalhar sozinhas em seu próprio caminho e seguindo uma série de práticas organizadas no ‘Livro das Sombras’. Neste caso, o sistema ocultista autoiniciático de Scott Cunningham não era essencialmente semelhante a Wicca de Gerald Gardner, todavia ele adota o nome de modo permutável a palavra ‘Witchcraft/Bruxaria’, como se aprecia em sua ‘nota linguística’ do citado livro. Deste modo, seria o prelúdio de um início de novos movimentos que nasceram com o mesmo critério: Hedge Witchcraft e a Kitchen Witchcraft. Nesta época se entendia como ‘praticante solitário’ aquela pessoa que apenas seguia um sistema de bruxaria adequada para rituais sozinhos sem a necessidade de requerer a mais ninguém. Assim mesmo este livro não promovia que cada um criasse seu próprio sistema, mas que se mantivesse seguindo dentro de um sistema mais ordenado e inócuo. Na década de 90, surgiram mais grupos autodenominados ‘wicca’ e uma série de mesclas que passaria a ser chamadas de ‘tradições ecléticas’. Foi a partir deste período que a palavra ‘wicca’ deixaria de ser uma palavra associada a Gerald Gardner, ou ao seu sistema, e se tornaria um movimento cujo significado se contextualizou como a prática da bruxaria moderna em geral e do modo como cada um poderia fazer, com total liberdade. Embora a Wicca Garneriana e a Wicca Alexandrina cresciam lentamente, a Seax-Wica estava se expandindo, enquanto se traçavam mais novas tradições como a Correlian Wicca e a Wicca Celtibera como práticas herdadas em lugares que se readaptaram a um mundo moderno. Também foi em meados da década de 90 que surgiram os autodidatas que, entendendo ou não os livros lidos e estudados de magia, esoterismo, bruxaria/wicca, tomavam as partes e as costuravam tal como Dr. Frankestein, sem distinguir um autor do outro. Foi a criação de inumeráveis ‘Círculos’, ‘Igrejas’, ‘Escolas’ ou ‘Seminários’ sempre com a palavra ‘Eclética’ para denotar que nasciam a partir da mescla e junção de inconciliáveis sistemas ocultistas iniciático, tratando de unificar tudo em um só conceito seguindo o que foi postulado em 1974 por Carl ‘’Llewellyn’’ Weschke como ‘Os 13 princípios da Bruxaria’. Estes grupos, vindo de pessoas que não foram realmente treinadas ou bem instruídas, causaram muitos estragos entre as diferentes tradições. Literalmente forçando-as a aceita-los como iguais em suas reuniões e encontros anuais. Estes grupos utilizaram mal a palavra ‘ecléticos’, ao invés de definirem-se como ‘autodidatas’, pois o ecletismo no Neopaganismo ou na Wicca, é a atitude de algumas pessoas, ou grupo de pessoas, que já pertenceram a dois ou mais sistemas, compreendendo a fundo os mesmos, sendo elevados ao último grau iniciático, desenvolvem um sistema de crenças após um longo período de amadurecimento e reflexão. O ecletismo é baseado em experiência, removendo todo o rito que signifique dano ou inspire coisas más e desenvolvido a partir de informações estudadas e conciliadas para se criar um novo sistema devocional. O valor deste tipo de wicca, depende muitíssimo dos seus resultados, da sinceridade de sua história e prática, assim como de seus fundadores e membros. Em uma conversa, em 2012, que tive com Raymond Buckland, ele comentou o seguinte: “Um coven eclético é aquele que não pertence a nenhuma tradição específica, mas que toma emprestado um pouco de tudo de outras tradições, podendo haver novos materiais ‘inventados’ também. Eles colocam tudo junto para completar um conjunto de rituais e crenças adequadas para os membros que o vivenciam. Se trata de um coven ‘ independente’, único em seu tipo. Que começa e termina em si. ” “Um coven tradicional é um grupo que continua, que tem outros covens seguindo os mesmos ritos e as mesmas crenças, cada novo coven tem que nascer do coven mãe. ” “Para te dá um exemplo: Os gardnerianos são os primeiros membros de um coven tradicional. Todos os covens gardnerianos tem origem em um coven gardneriano prévio. Existe uma linhagem entre eles. Uma tradição contínua por anos, ou relativamente nova, porém certamente progressiva emr elação ao covem original. ” “Exemplo de um Coven Eclético foi o Coven original AL-GARD, começou por um bruxo gardneriano de primeiro grau, que tomou parte do Sistema de Gardner e mesclou com o Sistema Alexandrino, para adaptar a bruxaria a suas necessidades. Isso foi então uma ação eclética. ” “Mas quando outros Covens começaram a adotar o seu sistema e pegaram seus rituais ‘emprestados’ e também se chamaram pelo mesmo nome AL-GARD, então isso parou de ser meramente eclético e se converteu em uma nova tradição: AL- GARD. ” “Existem muitos Covens ecléticos, estes tomam de empréstimo partes ou peças inteiras de várias fontes – pode ser egípcio, navajo, chinês ou qualquer outra cultura – e combiná-las dentro de um formato wicca. Tanto quanto eles operem sozinhos, eles são um clã eclético. Mas assim que outros optem pelo mesmo formato e comecem a praticar os mesmos rituais, estes cessam de ser um Coven eclético e se dá início a uma nova tradição. ” [IMG=0GY] Com a chegada do século 21 e a internet chegar ao seu auge em todo o mundo, a informação sobre o que é ‘wicca’ passou a ser escrita por aficionados, não iniciados em sua grande maioria. De cada 100 websites, 2 ou 3 eram escritos por pessoas formalmente iniciadas em um sistema reconhecidamente wiccano. Apareciam mais cursos on-line que ofertava a ‘wicca’, como se tratasse de alguma coisa como classes de tarot, prometendo certificados e que se poderia exercer a Wicca como uma espécie de Técnico na Bruxaria ou uma Profissão. Não era raro websites garantirem a idoneidade de suas informações porque eram escritos por tarólogos, terapeutas e médiuns com certificado de garantia de que eram ‘wiccanos/as’. E assim que o “Movimento Wicca’ produziu, nesta confusão de informações, uma série de híbridos intragáveis de se aceitar pelos mais antigos, porém muito mais populares entre os jovens da nova geração que estavam dispostos a romper com esquemas tradicionais; nesta mesma época podemos conhecer a Thelema Wicca, Chaos Wicca, Wicca Satânica, Draconiana Wicca, Wicca Gótica, Dark Wicca, Wicca Cristã, etc. Era claro que estas novas denominações são um atentado contra o significado e o contexto do que se deveria ser chamado de prática na ‘wicca’. Wicca como uma religião que se assentou no politeísmo de uma determinada cultura europeia e que não deveria ter nenhuma relação, nem simbólica, com os ícones ou crenças judaico-cristãs/monoteístas, tampouco em qualquer de um de seus agentes maléficos ou influências que resultem algum aspecto negativo ou de contracultura. Conclusão Nas redes sociais aumentaram os conflitos entre os ‘wiccanos autodidatas’ e os ‘wiccanos tradicionais’. Os primeiros buscavam ganhar o reconhecimento e a presença nos meios virtuais, enquanto os segundos buscavam defender o que aprenderam e entendiam sobre o que de fato praticavam como wicca, preservando o conceito e o contexto original, a fim de não ocorrer uma total deformação massiva ou ensino equivocado na internet sobre o Sistema que Gardner criou. Os autodidatas parecem ser como os e-trolls na internet, que a fim de defender sua posição de negar que a Wicca se relaciona com Gardner e que ele a inspirou, rebatem com discursos libertários, separatistas, anticolonialistas os argumentos dos tradicionais iniciados e vão incorporando novas mitologias e lendas sobre a origem da wicca a partir de conceitos muito de Nova Era. Tais wiccanos autodidatas agregam argumentos de diversos autores e filosofias que soa muito ‘light’ ou ‘branca’ suas práticas ocultistas ou estabelecem um radicalismo político, como as ideias esquerdistas, para ganhar mais adeptos. Tais wiccanos autodidatas desprezam a aqueles iniciados em tradições reconhecidas y estabeleceram livremente outros significados a palavra ‘wicca’ como melhor lhes pareciam, tratando de fazer com que seu conceito era o mais oficial e generalizado possível, segundo como lhes era conveniente e dentro dos seus próprios interesses. Alguns fazem isso em busca de fama, reconhecimento, lucro ou para conseguir abusar de algum modo de seus seguidores. Em alguns casos, os que mesclam o cristianismo, citam a Jesus e a Bíblia e autodenominam wiccanos, buscando atrair aquelas pessoas que não desejam de fato abandonar o cristianismo mas anseiam em praticar magia e adivinhação, e neste sentido, os que promovem essa Bruxaria cristã, muitas vezes ocultam um interesse obscuro em sua proposta que é terminantemente contra o que verdadeiramente é a wicca. Assim mesmo, não se encontra na maioria de ‘pseudos mestres’ destas novas formas denominadas wicca, os que conhecemos como ‘processo místico’ o qual garante a formação de uma pessoa em seu caminho espiritual. E dentro deste balaio estão os radicais, os antissistemas que geralmente tomam de modo iconoclasta o satanismo, sem conhecer bem estes temas, adotam a palavra wicca para promover suas ideias, ódios e traumas. Embora o satanismo proposto por Anton Zsandor La Vey e Michael Aquino, são mais um reflexo ateísta e humanista de uma filosofia hedonista, utilizando simbolicamente o Satanás como uma proposta libertária do dogmatismo cristão, do que o culto a um ser maligno que oferta poderes ; portanto ler ou ouvir aqueles que se denominam wiccanos e satanistas, os que promovem incêndios em igrejas, vingança contra bruxas que foram queimadas, fazendo repúdio público e odioso contra algo ou alguém, não é um caminho de fato wiccano como o entendemos. E muito menos será aceito uma religião monoteísta no qual sua visão é limitada e intolerante a diversidade social e cultural. São por causa destas propostas autodidatas sem sentido, sem embasamento e mal formadas que gera confusão entre as comunidades pagãs modernas, as dividindo e gerando decepção entre os simpatizantes. Também isso alimenta os argumentos dos judeus, cristãos, evangélicos e radicais monoteístas contra a wicca. Por este motivo você deve focar realmente no que de fato importa: entender o contexto real da palavra wicca, dentro deste mar de informações e achismos propagados pelos que se dizem ‘wiccanos’. Este é o objetivo do artigo e espero que esta leitura tenha feito a ti buscar por uma percepção mais críticas sobre o conceito da palavra wicca. Investigue bem o que cada autor diz sobre a wicca, identifique as diferenças de cada uma das propostas e encontre a base de cada tradição ou como é que tal tradição se desenvolveu, baseada em que conceito de wicca. Para encontrar o caminho mais adequado para ti e que te faz sentir como o mais confortável, sejam críticos e reflexivos. Somente assim conseguirás conhecer o sistema e entender o processo místico que deparas. Espero que as informações deste artigo lhe sejam úteis, se possuem alguma pergunta ou inquietude, não guarde e comente ~Nimrod~ Seax Gesith Nimrod Meomerswiell Seax Coven - Lima/Perú
A auto iniciação ( iniciação vertical) content media
3
1
583
Eduardo Tavares
23 de out. de 2017
In Wicca
Origem da palavra Wicca Para se compreender quando se começou a utilizar esta palavra, devemos retornar a meados do século vinte, quando Gerad Gardner começaria a utilizar o verbete arcaico saxão ‘wica’ para referir-se aos praticantes de seu sistema iniciático e ocultista que era conhecido como ‘Witch-Cult’ inspirado na obra de Margaret Murray e o usava de modo permutado com a palavra Witch/Bruxa. Etimologicamente o verbete ‘wica’ tem origem no saxão arcaico do século cinco, enquanto a variação ‘wicca’ vem de um desdobramento da língua anglo-saxônica do século nove. O significado de ‘wica’ e ‘wicca’ se relacionavam a palavra ‘wise’ que significa sábio. Entre os povos saxões e anglo-saxões se definia como ‘wica/wicca/wicce’ aos curandeiros ou xamãs. Gerald Gardner em sua obra ‘The meaning of Witchcraft’ (1959) escreveu o seguinte: As bruxas diziam que elas surgiram porque o ser humano desejava ritos mágicos para caçar, ritos apropriados para aumentar os rebanhos e manadas, para assegurar a boa pesca e para tornar as mulheres mais férteis; posteriormente pediram ritos para garantir a boa colheita, etc. E tudo o que o clã necessitava, como ajuda nos tempos de guerra, para curar enfermidades, para manter e regular as grandes e pequenas festividades, para conduzir de forma apropriada a devoção a Deusa e ao Deus chifrudo. Eles consideravam que o homem deve dançar e ser feliz, e que sua adoração e iniciação era necessária para obter um lugar mais favorável no Entre Mundos, assim como uma reencarnação dentro da tribo novamente, entre aqueles que amavam e foi amado, assim como poderia recordar, saber e amá-los novamente. Pensavam que nos bons e velhos tempos, tudo isso era evidente para toda a tribo. As bruxas eram apoiadas por toda a comunidade e elas os brindavam com seus serviços gratuitos a todos aqueles que lhes pediam sua ajuda. (Um Serviço Nacional de Saúde Primitiva) É por esta razão que existe uma forte tradição da bruxaria que nunca se permite cobrar pelas práticas da Arte, ou seja, que não trabalham por salário. Esclarecido este primeiro ponto, embora a palavra ‘wicca/wica’ esteja relacionada a uma série de práticas que podemos denominar ce místicas e mágicas, não era em si um conceito reconhecido nestes séculos para identificar o nome de uma religião própria e homogênea em formato, pois está claro que era um adjetivo que descrevia um praticante que se encontrava imerso em uma religião que prevalecia em essas regiões como, por exemplo, a nórdica, celta, grega, etc. A palavra ‘Wicca’ pode ser rastreada também através da filosofia do que se conhece como as primeiras ‘imigrações indo europeias’. Fernando Gonzales, fundador da primeira ‘Confesión Religiosa Wicca Celtibera’ levantou a seguinte informação em seu estudo sobre a origem da palavra wicca a partir de sua raiz indo-europeia: Do indoeuropeu ‘ueik-‘, *wicca-, com o significado de santo, sagrado, bruxaria, bruxa/o, conjurar, sacrifício, sabedoria, etc., (Julius Pokorny Indogermanisches Etimologisches Wortebuch Pág. 1128. Gerhard Kobler, Indogermanisches Worterbuch págs. 1342-1343). Ind. -uiaka *ueik. Também com o significado de lar, morada (Gregorio Carrasco Serrano. La romanización em el território de Castilla – La Mancha. Pág. 349). Toda em conjunto remarca o significado de xamã/bruxo/sacerdote que atende em um espaço sagrado (templo) e se ocupa dos sacrifícios. Com isso, podemos concluir que a palavra ‘wicca’ se circunscreve de modo lato na herança indo-europeia daquelas religiões onde imigrou e evoluiu a linguagem de uma série de povos que compartilhavam a mesma simbologia, tal como é colocado por George Dumezil em suas obras. Raymond Buckland, que conheceu a Gerald Gardner em princípios de 1960, explicou o seguinte em uma de nossas conversas sobre a palavra wicca, em 2012: “Desde o ressurgimento da bruxaria (com Gardner) foi considerado como um aspecto da Antiga Religião da Europa Ocidental – não necessariamente britânica já que está por toda Europa. ” “A verdadeira Witchcraft/Wicca é uma re-criação da antiga religião da Europa Ocidental...” “Um dos melhores exemplos de como os títulos/rótulos podem diferenciar e muito é o uso de ‘Wicca’ versus ‘Witchcraft/bruxaria. De fato, Gerald Gardner sempre usou a palavra ‘witchcraft/bruxaria’, apenas mencionou um par de vezes em seus livros a palavra ‘wicca’. Mas nas recentes épocas sua forma de ‘Velha Religião’ foi conhecida com ‘Wicca’ e ‘Witchcraft/bruxaria’ passou a se referir apenas às práticas mágicas e de feitiçaria (como é utilizada em Hedge Witchcraft). Originalmente, estava de acordo com Gardner, em preferir a palavra ‘Witchcraft/bruxaria’, porém hoje em dia prefiro usar ambas de modo permutável. ” Para nós (eu e Buckland) concordamos em propor a definição de ‘Wicca/Wica’ no seguinte contexto: “Wicca ou Wica é a bruxaria pagã moderna baseada na bruxaria tradicional – folclórica praticada em uma determinada religião antiga popular de culto pré-cristão na Europa Ocidental. ” Original text in spanish written by Juan Espinoza https://www.reflexionespaganas.com/... Portuguese translation by Bibiana Estevez
Origem da palavra Wicca  content media
3
0
197

Eduardo Tavares

Mais ações
bottom of page