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Posts do blog (139)

  • Encontrei Lua Valentia no aniversário da Ronda + Ordem Specula no Carmilla 2026

    Em setembro de 2025, o mundo digital estava repleto por uma trend de inteligência artificial que fundia nossas imagens com ídolos distantes. Ao rolar o feed, e sentir uma necessidade de participar desta trend, o pensamento que tive veio quase como uma confissão: — "Já conheci minha banda favorita, não me resta mais ninguém". Me vangloriei, afinal, enquanto a sociedade tecnológica idealizava (e realizava) encontros virtuais, o meu já havia sido realizado de maneira híbrida, mas essa frase, contudo, trazia uma exceção: Lua Valentia. Brasileira habitante de outro fuso, guardiã de um conhecimento Specular que atravessava o oceano a partir de Melbourne na Austrália. Enquanto o prompt da I.A. carregava nossas fotos, uma sentença veio a minha mente: — "Eu vou conhecê-la". Mal sabia eu que o tempo é um tecido que, quando costurado pela Verdadeira Vontade, e as vezes, pela criatividade tecnomágicka, se encurta. Quase um ano depois, o impossível tornou-se um cotidiano de alguns dias. São Paulo, 8 de agosto de 2026, 11h da manhã. Eu estava ali, sentada ao lado de Enheduanna, com uma amiga da Specula, enquanto o vapor do meu chá de capim-limão se misturava ao rastro adocicado de seu perfume e do seu cappuccino, eu falava (ou tentava falar) sobre como a Specula e sua escrita haviam alterado a configuração de fábrica da minha alma. Poucas horas antes, ás 08h da manhã, havíamos celebrado os oito anos da servidora Ronda. A sincronicidade era absoluta: eu estava hospedada no mesmo prédio onde ela também repousava e estavamos no mesmo horário celebrando o aniversário da servidora dourada, a mais famosa do sistema Specular, eu inclusive com os amigos que carinhosamente chamo de "o quarteto" que também estavam em São Paulo, mas em locais diferentes. Ao pedir que ela desenhasse o sigilo de Ronda em meu livro, no dia do aniversário da mesma, o meu coração, indisciplinado, batia contra as minhas costelas como um pássaro enjaulado frenético pela liberdade, minha mente, antes uma biblioteca de informações levemente organizada, tornou-se em chamas, comecei a suar e sentir que estava pisando em ovos para falar: — "Lua, tantas coisas para dizer, mas estou muito nervosa!" — confessei. Ela sorriu! Aquele sorriso que desmancha resistências. Ao tocar minha mão de maneira carinhosa tentando me acalmar, a eletricidade foi imediata; a aura que eu tanto admirava pela tela era, presencialmente, uma força incrível. Ali, diante de mim, residia a doçura e, ao mesmo tempo, a sombra soberana, afinal ela sabe ser o Diabo quando a justiça exige. Nos seus olhos, reconheci o ciclo: Kore, o despertar; Perséfone, o domínio. Prometi a mim mesma não perder, vender ou doar aquele livro. O dia, que já começara pleno e mágic(k)o, desdobrou-se em uma noite que parecia escrita por entes noturnos. Oito horas depois, a Ordem Specula reunia-se no Carmilla. Regido pela organização da Rede Vamp, guiada pela elegância do Lord A e da Rainha Xendra da Dinastia Sahjaza, o evento, batizado de "IMORTAL" era um altar à estética vampírica e gótica. O salão era uma tapeçaria de luxo, o evento esbanjava beleza e elegância, os convidados se esforçaram para estar dentro do dresscode e para além do desfile do evento que houve muita brasilidade e diversidade, os convidados no geral eram um desfile a parte: perfumes marcantes, maquiagens na pele impecáveis como tintura em óleo e roupas de gala como arquiteturas efêmeras. O banquete que parecia ter um sabor de um eterno retorno, com vinhos que desafiavam o tempo, filé mignon ao molho madeira de excelente qualidade, saladas frescas e massas com queijos de alto padrão, e para completar uma sobremesa de sorvete e frutas tão doce quanto o beijo de um vampiro. ​A Rainha Xendra, em sua recepção, movia-se entre as mesas como uma maré serena de acolhimento. Mas o epicentro, para mim, era a nossa mesa. Ali, entre companheiros e simpatizantes da Specula, a vida pulsava. Dancei uma valsa improvisada com o Tio Pi ao som de Bowie, um fragmento de The Vampire Diaries ganho em realidade. Quando os primeiros acordes de Blutengel ecoaram o salão, a felicidade em mim veio como um golpe. Estávamos lá: Lua, a Ordem, os amigos, a música e a certeza de que, de todas as magias que praticamos, a mais potente é aquela que nos permite, enfim, habitar o mesmo espaço que os nossos sonhos. ​A vida, no fim, não se resume apenas a encontrar o que buscamos; é sobre a beleza de perceber que, enquanto olhávamos para o horizonte, o milagre já estava ao alcance da mão, servindo-nos vinho e desenhando sigilos na nossa história. Um brinde a Specula! Vtanilla! Choyofaque! Erox LESSA lalu ✨️🧿👑

  • Uma Magia do Caos do Gênio

    Em uma entrevista recente com Lua Valentia, Alta Sacerdotisa do Specula, discuti minha iniciação na Illuminates of Thanateros em 1990 e minha posterior participação na ordem de Magia do Caos. O local da minha iniciação era uma sala de ensaio musical de paredes negras e iluminação fraca, em uma área decadente de Londres chamada “The Elephant and Castle”. Meu iniciador, por sorte, foi Peter J. Carroll, autor de Liber Null & Psychonaut  e fundador e então líder da IOT. Conhecido como Frater Stokastikos na ordem, ele havia viajado com uma pequena comitiva da IOT da cidade de Bristol em missão da ordem. Na época, eu morava no sudeste de Londres, em um subúrbio cinzento chamado Plumstead (do anglo-saxão plūme , ameixa, e stede , lugar), e por isso me juntei ao único templo ativo da cidade: o Templo Misantropia. Seu Magister Templi era o músico Ian Read (Frater Norvegicus). Junto com Tony Wakeford (membro que estava se afastando da IOT na época, embora tenha participado de ao menos dois encontros durante minha presença), Read havia integrado a banda Death in June  e também fora membro do Sol Invictus . Entre 1990 e 1991, o templo tinha oito membros no total. Uma jovem chamada Tracey entrou e saiu em poucos meses. Dos sete restantes, dois eram músicos underground. Read viria a formar a banda Fire + Ice . Um seguidor do neopaganismo germânico, em 1996, foi nomeado Mestre na Rune Gild  após criar o álbum Rûna  como obra de mestrado. Outra integrante, Ingrid, já havia traduzido o clássico livro Practical Sigil Magic , de Frater U∴D∴. Os outros quatro membros do templo (incluindo o autor deste artigo) escreveram ao menos um livro cada: Charles Brewster  (Frater Chorozon) escreveu e publicou Liber Cyber  (1990), baseado em palestras que deu no café Bullfrogs, em Greenwich. Nicholas Hall  (Nick) estava escrevendo Chaos & Sorcery  em 1991 (possivelmente antes). A obra foi publicada com tiragem de 300 cópias, depois traduzida para o alemão como Chaos und Hexenzauber  (Bohmeier Verlag, 1993), e relançada em inglês pela mesma editora em 1998. Steve Wilson , que entrou no templo em 1991, publicou Robin Hood: The Spirit of the Forest  (1993) e Chaos Ritual  (1994), ambos pela Neptune Press. Até o momento, publiquei cinco livros sobre o esotérico, sendo os dois mais recentes The Three Stages of Initiatic Spirituality  (2020) e The Path of the Warrior-Mystic  (2021). Um dos próximos se chama Supernatural Woman and the Male Initiate . Sobre o Tipo de Mente que Funda Ordens Ocultistas Embora mais respeitável do que o Templo Misantropia, a Hermetic Order of the Golden Dawn também contava, desde o início, com artistas e criadores: Florence Farr (1860–1917), atriz e musicista; Annie Horniman (1860–1937), diretora de teatro; e William Butler Yeats (1865–1939), poeta e dramaturgo laureado com o Nobel em 1923. S. L. MacGregor Mathers, um dos cofundadores, traduziu The Book of the Sacred Magic of Abramelin the Mage  e publicou The Kabbalah Unveiled . Aleister Crowley, é claro, ofusca todos os outros: autor, poeta, alpinista e criador da religião Thelema. Outros exemplos: Theodor Reuss, cofundador da Ordo Templi Orientis, era cantor profissional; Thomas Karlsson, fundador da Dragon Rouge, é músico e autor de Nightside of the Runes  e Adulruna and the Gothic Cabbala . Ordens ocultistas florescentes atraem pessoas criativas e brilhantes que buscam vivenciar intensamente a realidade — ou uma super-realidade. Essas pessoas estão dispostas a arriscar reputação, sanidade e carreira por sua Magnum Opus. Mas, quando os membros fundadores se vão, novos tipos de pessoas entram: os que querem preservar tradições como se fossem fósseis em âmbar, valorizando títulos, graus e tecnicalidades como se fossem iluminação. Psicologicamente, são o oposto dos fundadores. Uma ordem pode parecer esotérica por fora, mas por dentro funcionar como uma religião fundamentalista. Magia do Caos e o Gênio Desde sua obscuridade inicial, a Magia do Caos ganhou popularidade — mas se fixou em técnicas específicas (principalmente sigilos), perdendo a ênfase original no gênio. Liber Null , por exemplo, deve ser visto como o currículo de uma escola de arte: as técnicas são ensinadas para que sejam superadas, e o gênio criativo do indivíduo aflore. Isso não é coincidência: a Magia do Caos se origina nos trabalhos do artista e feiticeiro Austin Osman Spare. Seus desenhos surrealistas, onde figuras emergem umas das outras, antecipam o Surrealismo. Ele não só criou a magia dos sigilos, mas era também um gênio das artes. Assim como os membros originais da Golden Dawn ou Reuss e Karlsson, os primeiros caotas buscavam cultivar seu gênio — mas em uma era de colapso. Nos anos 1970, quando a Magia do Caos nasceu, a Inglaterra enfrentava apagões, greves, desemprego e terrorismo. Em Liber Null & Psychonaut , apesar do radicalismo, há a noção de que a magia deve servir para redescobrir o gênio individual — o daemon — e evitar a queda junto com a sociedade. Carroll escreve: “Ideias fixas sobre o espírito ou natureza essencial do homem serão completamente abandonadas à medida que a Tecnologia Emocional se refinar. Drogas, sexualidades obscuras, modismos, entretenimentos estranhos e o sensacionalismo material são tentativas preliminares nesse sentido. Químicos, eletrônicos e cirurgia tendem a escravizar. Gnose, o Alfabeto do Desejo e outros métodos mágickos tendem a libertar.” ( Liber Null & Psychonaut , 1987, p. 90) Sonhos e Inspiração Movimentos radicais como o Beat, o O.T.O. de Crowley e a Magia do Caos se opõem ao status quo não por defenderem a tradição, mas por denunciarem sua casca vazia. As práticas de base da Magia do Caos — como o sonho lúcido — são também as práticas do gênio. Salvador Dalí usava sonhos para criar; Lagerfeld e McQueen também. William Burroughs dizia: “Sonhos são fontes férteis de material para escrita.” Burroughs, inclusive, entrou para a IOT em seus últimos anos. Para os medíocres, sonhos são curiosidades. Para os gênios, são portais para novos mundos. Um Retorno à Magia do Caos Essencial Desde que saí da IOT, entrei em outras ordens. Em geral, foram experiências breves: dogmáticas, cultuais, povoadas por mentes medianas. Ao refletir sobre o Templo Misantropia, voltei a me identificar com a Magia do Caos — não como um conjunto de técnicas, mas como um caminho de superação delas. Trata-se de uma Magia do Caos contra o colapso do Ocidente e a erosão das liberdades — causada por dogmas, covardia moral, e a destruição de tudo que é significativo. Tudo, claro, mascarado com virtude. É uma Magia do Caos que exige disciplina e vida em ordem. Uma Magia do Caos criativa. Uma Magia do Caos do gênio. Uma Magia do Caos para o nosso tempo — um tempo de caos crescente, que ameaça arrastar milhões para a desesperança. E talvez — apenas talvez — uma Magia do Caos que possa nos conduzir, individualmente ou em pequenos grupos, rumo ao futuro.

  • Fylgja: O Retorno da Mulher Mágicka

    Por Angel Millar Tradução por Lua Valentia Em uma série de ilustrações rosacruzes-alquímicas de Hejonagogerus Nugir no Freymäurerische Versammlungsreden der Gold- und Rosenkreutzer des alten Systems  (publicado em Amsterdã, 1779), vemos Mercúrio revelando uma bela figura feminina que personifica a Natureza. Na ilustração, a cabeça de Mercúrio está voltada para um alquimista que está de pé dentro de um círculo mágicko, ao qual ele diz: “Ich zeig' sie dir, nun folge ihr!”  ("Eu a mostro para você, agora siga-a!"). A palavra alemã "folge"  e a palavra inglesa "follow" (do inglês arcaico: folgian, fylgian  ou fylgan ) derivam da palavra proto-germânica *fulgojanan  e estão relacionadas à palavra nórdica antiga fylgja  ("seguir"). Fylgja  era o nome de um tipo de figura feminina sobrenatural (às vezes também chamada de fyljakona  ( kona , "mulher")) que refletia o caráter de uma pessoa e estava associada à sua sorte ( Nórdico Antigo: hamingja ). No fim da vida de um homem, acreditava-se que a fylgja  apareceria para levá-lo do mundo dos vivos. Dessa forma, poderíamos ser perdoados por pensar que a figura feminina mítica que o alquimista da era moderna foi instruído a seguir ( folge ) representava o ressurgimento intuitivo de uma fylgja  sobrenatural, embora vestida com o simbolismo da alquimia (que, apesar de exteriormente cristã, incorporou mitologia pagã e divindades da Grécia Antiga). O mesmo poderia ser dito sobre a teoria de Carl Jung a respeito da anima  (a representação feminina da alma de um homem) e do animus  (a representação masculina da alma de uma mulher), sendo a primeira, talvez, uma espécie de lembrança espontânea — ainda que muito difusa — da fylgja . No entanto, com uma aplicação excessivamente ampla, a teoria de Jung carece da clareza de nossos ancestrais nesse aspecto. Assim, o psicanalista é capaz de afirmar que tudo, desde um personagem de um conto de fadas até uma amada, uma mulher que aparece em um sonho, um grupo de mulheres ou qualquer atributo "feminino" do caráter ou da persona de um homem, é, na verdade, a anima . Embora a teoria da anima   possa ter alguma aplicação mística ou ocultista quando reduzida aos seus elementos essenciais, é essa aplicação excessivamente ampla (ou projeção) que torna a anima  junguiana mais teórica ou psicanalítica do que mágicka. Com relação à cultura pré-moderna, encontramos a mulher mágicka em outros lugares, é claro. No Zoroastrismo, acreditava-se que uma daena  (uma personificação feminina do caráter de uma pessoa) encontraria o falecido na ponte de Chinvat, que ocupava o espaço entre o mundo dos vivos e o pós-vida. Se a pessoa tivesse sido malévola em vida, a daena  apareceria feia; se tivesse sido bondosa, ela apareceria bela e guiaria o falecido através da ponte para a vida após a morte. Na Saga de Gisli , da Islândia medieval, Gisli é frequentemente visitado por duas mulheres em sonhos. Uma delas é boa, e a outra, má. A boa "mulher dos sonhos" (Nórdico Antigo: draumkona ) é a fylgjakona  de Gisli. Em um de seus sonhos, ela lhe mostra uma casa impressionante e diz que ele viverá lá com ela após sua morte, (insinuando uma relação sexual) e afirmando que ele terá domínio sobre ela. Nas ilustrações de Nugir  para Freymäurerische Versammlungsreden der Gold- und Rosenkreutzer des alten Systems , também vemos o alquimista seguindo uma mulher misteriosa ou sobrenatural. Em uma dessas imagens (ilustração número seis), ela usa uma coroa e tem asas na cabeça. Lembrando a daena , talvez, ela guia o alquimista por um caminho repleto de pequenos dragões e outras criaturas demoníacas e grotescas até uma rotunda, no centro da qual há uma vela emitindo luz. Da mesma forma, na obra Atalanta Fugiens  (1617), de Michael Maier, vemos o alquimista seguindo uma mulher que personifica a Natureza. Apesar do cinismo da modernidade, a mulher mágicka retorna. Mais sombria e envolta em sombras, ela ressurge nas pinturas de Franz von Stuck, como em O Pecado  (onde uma mulher nua está entrelaçada por uma serpente), na encantadora feiticeira de O Círculo Mágicko  (1886), de John William Waterhouse, e na bruxa em Conan, o Bárbaro , entre outros exemplos. No âmbito religioso, vemos seu retorno no neopaganismo voltado para deusas (frequentemente historicamente impreciso), especialmente nos primeiros rituais performáticos de Janet Farrar para a televisão, que podem ser interpretados como uma espécie de encantamento sobre o público. Mas, acima de tudo, e mais importante, a mulher mágicka retorna em nossos sonhos (e em nosso sonho coletivo), dos quais a arte e os rituais mencionados não passam de reflexos. Na minha própria experiência, por muito tempo, uma mulher de cabelos longos e negros apareceu em meus sonhos. Com o tempo, identifiquei-a como minha fylgja . Embora reconhecível como a mesma mulher (ou espírito), ela não fazia mais do que ficar ali, em meio à cena do sonho. Sua presença parecia ter o único propósito de me alertar para o fato de que eu estava sonhando e me ajudar a lembrar do sonho mais tarde, como se houvesse nele um significado especial. Por muito tempo antes disso, eu tive um pesadelo recorrente. Certa noite, ou talvez ao amanhecer, enquanto dormia, percebi que estava prestes a cair novamente nele. Senti uma sensação de terror diante do que parecia inevitável. Então, a fylgja  apareceu, envolvendo-se ao meu redor, nua. Seria um erro interpretar esse sonho como sexual. Não era. Embora a nudez da fylgja  pudesse ter sido uma tentativa de me distrair do pesadelo iminente, o ato parecia inteiramente protetor. O pesadelo não aconteceu, e desde então nunca mais o experimentei. Não devemos cometer o erro junguiano de ver a fylgja  em todos os lugares. No entanto, devemos reconhecer que, em raras ocasiões, podemos encontrar uma mulher mágicka de carne e osso. Ela pode ser um reflexo físico de nossa fylgja , mas, mais importante do que sua aparência, é sua capacidade—ou intuição—de sonhar algo essencial sobre nós. Embora o termo deva ser usado de forma muito diferente do Nórdico Antigo, nesse sentido—e no sentido de ser o nosso ideal—, essa mulher mágicka é nossa draumkona . Sem dúvida, a mulher mágicka muitas vezes será nossa parceira romântica ou sexual. Mas o que determina essa conexão não é a proximidade, e sim a mente e o espírito. Assim, como se viesse de outro reino, ou de meio mundo de distância, ela pode mergulhar em nossas profundezas. Angel Millar  é o autor de The Path of the Warrior-Mystic: Being a Man in an Age of Chaos  e The Three Stages of Initiatic Spirituality: Craftsman, Warrior, Magician  (ambos publicados pela Inner Traditions ). Ele ministra palestras regularmente para grupos privados e em conferências públicas sobre esoterismo, simbolismo e sociedades secretas .

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  • COMO FUNCIONA | Specula

    C0MO FUNCIONA O TRABALHO DE VALENTIA A partir de agora, eu apenas aceito pegar rituais de trabalhos mágickos após uma consulta ao vivo de pelo menos 30 minutos. Consulta A consulta pode ter entre 30 minutos e 60 minutos (1 hora) e pode ser feita por Whatsapp, Telegram, Skype ou outra plataforma que você desejar. Prefiro usar mensagens de áudio de que de vídeo porque muitas vezes a sua conexão pode não estar 100%. Além disso, se optarmos por mensagens de áudio, você poderá ter acesso ao que conversamos e ouvir as mensagens depois. Também posso fazer consulta via mensagem de texto ou vídeo se desejar, apenas me avise como prefere. Durante a consulta, você vai me contar o que te levou até a mim, o que você deseja saber ou mudar na sua vida. Eu vou utilizar o oráculo dos Quarenta Servidores , criado pelo mago Tommie Kelly ou o oráculo dos Specularis que eu mesma criei. Você pode fazer qualquer pergunta pessoal que quiser e responderei de acordo com o que sair nas cartas. Peço que me dê uma pequena introdução sobre o motivo que te trouxe até a mim para canalizarmos melhor sua situação. Trabalhos Meus trabalhos de magia e de feitiçaria funcionam de acordo com a disponibilidade da agenda e de acordo com as fases da lua. Por exemplo, trabalhos para prosperidade são melhores durante a crescente e cheia e trabalhos de maldição são melhores durante a minguante/negra. Entenda que após o seu pagamento irei marcar primeiro a sua consulta de acordo com a disponibilidade e após a consulta, marcarei seu trabalho mágicko de acordo com a agenda e a fase da lua. Após realizar o trabalho, eu irei mandar a fotografia informando que o trabalho mágicko foi realizado. Peço que não entre em pânico: pode haver uma demora no envio desta fotografia porque eu preciso separar uma por uma, nomear etc. São questões administrativas que levam tempo. Por favor, tenha paciência, visto que ansiedade interfere no trabalho. Parar ou não pagar por bruxaria profissional? Eis a questão! Leia aqui o texto para saber se você deve contratar ou não. Como saber se o feitiço funcionou Feitiços podem demorar a fazer efeito por diversos motivos. A ansiedade e paranoia podem prejudicar bastante. Geralmente um feitiço varia entre 30 dias a 3 meses para funcionar a partir da data no qual foi feito. Clique em c omo saber se um trabalho está funcionando para saber mais.

  • Termos de uso | Specula

    TERMOS DE USO — Specula Specula, pessoa jurídica de direito privado descreve, através deste documento, as regras de uso do site www.specula.com.br e qualquer outro site, loja ou aplicativo operado pelo proprietário. Ao navegar neste website, consideramos que você está de acordo com os Termos de Uso abaixo. Caso você não esteja de acordo com as condições deste contrato, pedimos que não faça mais uso deste website, muito menos cadastre-se ou envie os seus dados pessoais. Se modificarmos nossos Termos de Uso, publicaremos o novo texto neste website, com a data de revisão atualizada. Podemos alterar este documento a qualquer momento. Caso haja alteração significativa nos termos deste contrato, podemos informá-lo por meio das informações de contato que tivermos em nosso banco de dados ou por meio de notificações. A utilização deste website após as alterações significa que você aceitou os Termos de Uso revisados. 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